segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Transborda o sabor do féu,
meu coração pulsa sem
compasso, desde o dia que
perdi você, sem nunca ter tido.
Trago essa dor como refém,
para manter-me viva...
Triste sina, mas é com ela
que ainda me engano de um
dia poder ver você outra vez.
Dor viva...
vermelha...
sofrida...
querida.
Hoje abro mão de você
para ser feliz ...
E quem sabe outras dores
virão, e novamente abrirei
meu coração, para novas
emoções.

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